Nos últimos tempos tenho notado a distância que tomei de certos ‘amigos’ ao mesmo tempo que outros se tornaram extremamente presentes. Sendo que meu ‘extremamente’ pode ser muito menos do que o considerável ‘normal’.
As vezes me pego achando que tenho perdido amigos. Mas logo percebo que eles estão ali mais do que enxergo. E que estes dão mais broncas do que todos os outros com quem cruzava entre uma esquina e outra. E que as broncas não são na verdade broncas. E que meu jeito telepático de conversar não funciona nesse plano. E isso cansa.

Nos últimos tempos tenho notado a distância que tomei de certos ‘amigos’ ao mesmo tempo que outros se tornaram extremamente presentes. Sendo que meu ‘extremamente’ pode ser muito menos do que o considerável ‘normal’.

As vezes me pego achando que tenho perdido amigos. Mas logo percebo que eles estão ali mais do que enxergo. E que estes dão mais broncas do que todos os outros com quem cruzava entre uma esquina e outra. E que as broncas não são na verdade broncas. E que meu jeito telepático de conversar não funciona nesse plano. E isso cansa.

Right Beneath the Surface

“I’m not sure what keeps us above the surface. Above the darkness. Above the place of finality. An invisible line. On the edge of life. Slipping. Here. Right now. Delicate and fragile. It is my breath. A heartbeat. As I fight. As I surrender. To it’s force. It’s pull. Somehow it keeps me. Pushes me. Lifts me. Without me. Where there is no time. No line. No darkness. It is here. I understand. Here. Right beneath the surface.”

Written by Eliot Rausch